
Via @annesonsouza

Via @annesonsouza
O mercado voltado para animais de estimação está em crescente alta. Prova disso são as centenas de petshops que encontramos por aí e vários movimentos de humanização dos bichanos.
O Pet Lounge Studio, do designer Corey Drew, é uma empresa que cria produtos de consumo que estimulam a imaginação e se situam na fronteira entre os animais e os seres humanos. Usando tecnologia limpa e bambu como materia-prima, vários móveis foram criados, confira:
Dalton Ghetti é o nome desse paciente chinês, que faz esculturas em grafite de lápis.












Um estilete, alguns lápis, habilidade e muito tempo, porque só pra fazer esse abecedário, o Dalton levou 2 anos e meio pra finalizar.
Por @audreyy Via Vida Marciana
Adorei essa ilustração que brinca com um canivete, cheio de acessórios geeks, como a espada do ThunderCats, o sabre de luz, o martelo do Thor e muito mais.

Na loja teefury.com tem camisetas com essa estamps, adorei!
Casais que namoram à distância ou que, por algum motivo, precisam dormir separados podem ganhar um aliado em breve. Trata-se do Pillow Talk, protótipo de travesseiro que permite ouvir os batimentos cardíacos do parceiro.

Projetado pela designer escocesa Joanna Montgomery, o gadget conta com um sensor wireless de tórax que se comunica com o outro travesseiro. Desta forma, quando um dos parceiros vai para a cama, o travesseiro do outro começa a brilhar suavemente para indicar sua presença.


Além disso, ao colocar a cabeça no travesseiro é possível ouvir, em tempo real, os batimentos cardíacos da namorada ou namorado. Romantismos à parte, o travesseiro pode ser um perigo para quem pensa em pular a cerca uma vez que os batimentos ficarão mais intensos e aí já viu, né?
Via @refrozza e Mauren Motta
Quem acredita que os apostos se atraem, que ama cores e entende um pouquinho da teoria delas, vai adorar a ideia de tatuagem desse casal. Criativo e super romântico!

Achei uma gracinha o conjunto de cadeiras que o artista James Hopkins apresentou em seu site:

Depois da apresentação do logotipo da copa de 2014, que acontecerá no Brasil, muito agito, e dor de cabeça está rolando entre designers. Quero reproduzir a entrevista que o portal Terra fez com Alexandre Wollner.
Concordo com o professor Wollner quanto à falta de ética que se instaurou, e acredito os designers do Brasil deveriam se unir neste momento.
por Dayanne Sousa, terramagazine.terra.com.br
O logotipo da Copa do Mundo do Brasil não representa o país, sentencia o designer gráfico Alexandre Wollner. Autor de mais de 180 logotipos – entre eles alguns bem familiares, como o do Itaú ou da Papaiz – ele ficou bastante insatisfeito com a marca oficial da Copa de 2014. “É uma porcaria”, lamenta.
A piada que ficou famosa no Twitter depois da divulgação do logo nesta quinta (8) comparou a marca com a silhueta do líder espírita Chico Xavier. Wollner também enxergou no desenho um rosto, mas fez uma crítica ainda mais ferrenha.
- Olha bem para o desenho: é uma cara com a mão no rosto dizendo “que vergonha”. Sabe quando você fala “que vergonha” e põe a mão no rosto?
O objetivo do logo é representar a taça da Copa usando mãos que se entrelaçam. A escolha, porém, foi cercada de polêmica. A ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) publicou uma nota em que disse que foi excluída do processo pela Fifa. Além disso, o júri que elegeu o vencedor não foi composto por especialistas, mas tinha a modelo Gisele Bündchen, o escritor Paulo Coelho e a cantora Ivete Sangalo.
Para Wollner, o processo foi antiético:
- É isso que é a falta de ética. Não respeitam os profissionais, o profissionalismo.
Leia a entrevista na íntegra.
Terra Magazine – O que você achou do logotipo da Copa 2014?
Alexandre Wollner – É uma porcaria. Uma porcaria e uma coisa muito antiética. E as pessoas que estão reclamando participam também de coisas antiéticas. Só porque não participaram estão brigando com todo mundo. Aqui no Brasil não tem condição nenhuma de, profissionalmente, falar o que é design. Tudo isso são oportunistas, é publicidade!
Você está falando da crítica sobre quem foram os jurados que escolheram o logo?
Você imagina o júri que escolheu… Que é isso? Não tem o que se comentar. Já houve concursos semelhantes que muitos profissionais participaram com um prêmio assim de R$ 15 mil. Eu tenho certeza que esse prêmio aqui foi uma barra de chocolate suíço. É uma coisa só pra aparecer, uma coisa de prestígio.
Muita gente criticou. O logo ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter porque muita gente não gostou mesmo. Por que você acha que teve essa rejeição?
Não se pode gostar de uma coisa dessa. Você pode ver. Olha bem para o desenho: é uma cara com a mão no rosto dizendo “que vergonha”. Sabe quando você fala “que vergonha” e põe a mão no rosto? O desenho foi aleatório.
Falando de design, o que é que um logotipo tem que representar? Como é a pesquisa para criar um logo como esse?
Tem que respeitar a cultura do país que está representando. Se não respeitar, não tem significado nenhum. A cultura do país tem que ser feita pelo país, pelos profissionais do país. Pode ser que tenha sido feito por um brasileiro, mas não foi feito por especialistas, gente que faz a representação visual do país.
Você gostou do logotipo desta Copa, da África?
Também foi ruim. Não sobrevive, fica efêmera. Acabou a Copa e você nem vai lembrar mais. Uma simbologia não fica só no sinal, ela fica em tudo: na comunicação, nos equipamentos que você produz. Nessa Copa da África, os edifícios dos estádios são maravilhosos, mas você não vê nenhum sinal em volta. Fica uma coisa parada.
Então que outras criações você acha interessantes?
A única Olimpíada que deu resultado e que mudou a nossa cultura foi a Olimpíada de Munique de 1972, que resultou nos pictogramas que hoje são usados (em 72, ficaram famosos os desenhos que representavam a silhueta de vários atletas praticando esportes olímpicos). Em todo lugar, em todo o mundo se usa a mesma coisa. Foi usado em São Francisco, foi usado no Japão. Foi distorcido um pouco na Espanha. Mas já deu um significado de representação cultural de um país. Foi a primeira Olimpíada em que decidiram não usar a bandeira. Não adianta usar a bandeira da Alemanha porque não é só a Olimpíada da Alemanha, é do mundo todo.
Falando nisso, esse nosso logo é verde e amarelo, as cores da bandeira.
Não precisaria ser verde e amarelo. Poderia ser laranja, preto… O país vai patrocinar, mas o país não vai ser o vencedor da Copa. Pode ser que seja, pode ser que não seja. Só com verde amarelo é fácil. Qualquer coisa faz verde e amarelo. Verde e amarelo é um dos elementos do sinal do Brasil, mas não é o sinal do Brasil.
Então você acha que não houve bons designers participando do concurso?
Não é o designer que tem que fazer. Ele tem que participar, inclusive como coordenador. Mas não é só designer que aparece. Aparece estilista de uniformes, aparece a publicidade. E o designer deveria coordenar essas coisas. Não é só fazer a marquinha. É um complexo muito maior. Uma coisa muito profissional que aqui no Brasil não tem essa cultura. Então ganham as agências de publicidade, que estão destruindo todas as marcas.
Eu gostaria que você falasse um pouco mais sobre o que você chamou de falta de ética. A ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) reclamou que havia um combinado com a Fifa e que não foi respeitado.
É essa que é a falta de ética. Não respeitam os profissionais, o profissionalismo. E quem dirige os profissionais também não se manifesta. Isso deveria ter sido feito com mais responsabilidade, porque é importante.
A edição de julho da revista Design Week, traz na capa uma ilustração de Kenn Munk, que ao ser recortada, vira uma máscara em formato de bigode e barba. Divertidíssimo!
Ah,quem não conseguir adquirir a revista, pode fazer download da máscara aqui e ainda participar de um concurso de fotos divertidas com ela.